05-02-2008, 08:19
Eu adoro gatos portanto desidi criar este topico.
Gato Abiss
Apesar de ser uma das raças mais antigas de que se tem conhecimento, ainda há controvérsia sobre a sua origem.
Na aparência, os abissínios lembram os gatos do Antigo Egito.
Ainda hoje, possuem uma aparência selvagem, lembrando o felis lybica, o ancestral africano de todos os gatos domésticos.
O nome Abissínio não é devido à Etiópia ou Abissínia, como se pensa, mas porque o primeiro gato dessa raça exibido na Inglaterra, foi importado desse país.
A Inglaterra é considerada o berço da raça, a qual resultou do cruzamento entre exemplares trazidos inicialmente da Abissínia por soldados britânicos, com outros gatos ingleses vermelhos, prata e tigrados. O exército inglês deixou a Abissínia em maio de 1868, época em que esses gatos entraram pela primeira vez na Inglaterra.
O Abissínio foi reconhecido oficialmente em 1882 na Inglaterra.
No livro Inglês, de Gordon Staples, "Cats, Their Points, Etc.", publicado em 1874, há a primeira menção ao gato abissínio. Nele aparece "Zula", propriedade da esposa do Capitão Barret-Lennard. Esse gato foi trazido após a guerra.
Infelizmente, não existem registros por escrito dos gatos Abissínios anteriores a esses importados.
Estudos recentes realizados por geneticistas, mostram que a origem mais provável do Abssínio é a costa do Oceano Índico e partes do sudeste da Ásia.
Apesar do Abissínio como raça ter sido refinado na Inglaterra, a sua introdução aquele país e outros, foi o resultado de colonizadores e mercadores que paravam em Calcutá, o maior porto do Oceano Índico.
O primeiro Abissínio a ser importado da Inglaterra para a América do Norte, chegou por volta de 1900. Somente por volta de 1930 é que Abissínios de boa qualidade foram exportados para os Estados Unidos, formando a Associação de Criadores da Raça Abissínio.
De acordo com o livro "Kitten Buyer's Guide" de Carolyn Osier, os Abissinios são muito inteligentes, gostam de estar com o homem, curioso, leal, companheiro.
Diferente da maioria dos gatos, é apaixonado pela água, da qual se aproxima quando tem oportunidade e onde, às vezes, nada. O macho assume as tarefas com os filhotes quando a mãe se ausenta. Tem voz suave e é bastante silencioso.
A pelagem do Abissínio pode ter a coloração agouti, semelhante a cor da cotia, os olhos delineados por uma pele escura, circundados por pêlos mais claros e com uma risca superior quase vertical.
Existe ainda a cor ruddy, também chamada de lebre.
A cor silver ainda não é muito aceita pelas entidades americanas. Apesar de ser conferido o pedigree, não permitem inscrevê-la nas exposições. No Brasil, só o Clube Brasileiro do Gato, filiado á entidade européia Fife-Federação Internacional Felina, confere títulos a exemplares de cor sil
Características físicas: cabeça triangular com contornos arredondados, testa e crânio suavemente curvos; pescoço arqueado; focinho não ponte-agudo; orelhas grandes, levemente ponteagudos; olhos ouro, verdes, cobre ou avelãs, amendoados, grandes; corpo médio, musculoso, dorso levemente arqueado; pernas finas e longas; pés ovalados e compactos; rabo longo e afilado.
Pelagem: média, densa, de textura fina com 4 a 6 bandos de cores alternadas, escuras nas pontas dos pêlos e claras na raíz e subpêlo lanudo. Sem manchas brancas no corpo, exceto nas narinas, queixo e parte superior do pescoço. Marcas tigradas nas pernas e cauda podem indicar mestiçagem e são falta desqüalificante nas exposições.
Cores: ruddy (tons de abricot e preto); sorrel (mescla de vermelho e tom de abricot mais intenso); blue (tons creme com coloração cinza-claro e escuro) e beige-fawn ( tons de camurça rosado mesclado com coloração camurça mais forte) e silver (subdividida em 4 tonalidades, todas com a predominância de prata, reconhecida só na Europa). Obs: filhotes nascem laranja-escuros com manchas pretas ou quase preto. Cores começam a surgir na 6ª semana e podem finalizar só aos 6 meses ou mais.
Cuidados: escovações quinzenais com escova de cerdas macias, contra e à favor do pêlo. Limpar orelhas com cotonete e água boricada semanalmente até os 8 meses de vida e depois só quando sujas. Corte regular só das unhas da frente (as de trás gastam naturalmente).
Ninhadas: 3 a 4 filhotes, podendo ultrapassar.
Tempo de vida: média de 12 anos.
American Short Hair
Pêlo Curto Americano
O American Short Hair é uma raça conhecida por sua longevidade, robustez,, amabilidade com crianças e cães, boa aparência e disposição. Possui porte forte e atlético, é ágil e ativo, com um corpo de médio para grande, chegando a pesar até cerca de 6 kg, ligeiramente mais longo que alto. Sua conformação deve indicar poder e resistência.
Descendente de gatos domésticos que chegaram à América com os primeiros imigrantes, no Mayflower, esta raça se desenvolveu ajudando os lares, celeiros e armazens americanos a manter sob controle os ratos, devido à sua habilidade em caçá-los. Era chamado de Domestic Shorthair, que significa "Doméstico de Pêlo Curto" e a partir de 1966 foi adotado o nome de American Shorthair. Além de curta, a pelagem é espessa, o que lhe dá resistência ao frio.
Essa mudança de nome foi feita para distinguir essa raça nativa da América do Norte, do gato doméstico comum, habitante das ruas, diferenciando o American Short Hair de outros gatos de pêlo curto.
Por ser descendente de animais que caçavam gatos, portanto de trabalho, o temperamento do American Short Hair é ativo, gosta de espaço para se exercitar, correr, brincar e saltar.
Gosta da vida ao ar livre mas se adapta dentro de casa. Sendo um excelente companheiro.
É quieto mas ronrona alto.
É disciplinado e aprende a conviver bem com outros animais, inclusive pássaros.
Ficha
Características: deve assemelhar-se a um atleta com corpo forte, musculoso. A cabeça é ovalada. Pescoço forte, com espessura constante e ligeira curvatura; orelhas médias arredondadas nas pontas e inseridas afastadas; olhos grandes, largos, alertas, bem separados com ligeira inclinação para cima e, dependendo da coloração da pelagem, nas cores cobre, ouro, verde, azul, avelã e um olho com cor diferente do outro; focinho quadrado; pernas musculosas e patas firmes, cheias, redondas com almofadas pesadas e 4 dedos na frente e 5 atrás. Os ombros, peito e patas traseiras bem desenvolvidos. A cauda de tamanho médio, espessa na raiz, afilando abruptamente, deve ter o comprimento igual à distância dos ombros à base da mesma. Evite os exemplares com excessiva robustez ou alongamento, com cauda muito curta, pelagem longa e macia e olhos protuberantes, características indesejáveis segundo o padrão da raça.
Pelagem: curta e densa para proteger do frio e a pele de machucados superficiais e nunca fina, longa ou suave.
Cores: 61 reconhecidas pela CFA entre branco, preto, azul, vermelho, Silvers, Chinchillas, Cameos, Shadedes, Smokes, Tortoiseshells, Creams, Tabbies e bicolores, exceto os exemplares nas cores chocolate, sable, lavanda, lilás, cores de Siamês e com marcação tabby do Abissínio. O padrão da The Internacional Cat Association - TICA reconhece todas as cores.
Peso aproximado: fêmeas 4,5kg - machos 6,3kg.
Reprodução: amadurecem sexualmente rápido. Ninhada média de 4 filhotes, cujas cores são identificáveis ao nascer, exceto os smokes.
Tempo de vida: 15 a 20 anos.Balinês
De uma forma geral, se aceita que o gato Balinês é uma derivação do Siamês, uma mutação espontânea de pêlo longo.
Seu temperamento é como do Siamês: alegre, brincalhão, inteligente, alerta, curioso. Além do pêlo mais longo, outra diferença é seu timbre de voz mais suave e menos falante.
Sua pelagem é simples e não dupla, como na maioria dos gatos de pêlo longo. Por isso, seu pêlo fica mais liso e junto ao corpo.
As cores padrão são as mesmas do Siamês.
No Brasil é uma raça muito rara, possuindo apenas um criador.
Bengal
Raça recente e única a descender diretamente de um felino selvagem.
Foi desenvolvida por Jean Mill nos EUA, a partir de uma fêmea de Leopardo Asiático e de um gato doméstico.
O Leopardo Asiático possui o mesmo número de cromossomos que um gato doméstico, por isso alguns dos filhotes híbridos podem nascer férteis.
O Bengal mantém os reflexos rápidos de seu ancestral selvagem. Mas deve ser afetuoso com seu dono.
Apesar de descender de felinos selvagens, o Bengal ronrona e as vezes mia forte.
Sua cabeça deve ser grande, orelhas pequenas de pontas arredondadas. Olhos grandes e ovais, verdes ou amarelos.
Corpo longo, com ossatura pesada.
A extremidade da cauda deve ser preta; a barriga com marcas; as almofadas das patas em acordo com a cor do corpo e com a mesma cor das demais patas.
Pelagem: curta, cheia e macia como uma seda, com as pintas dispostas de forma horizontal, de preferência formando rosetas. Pode ter padronagem semelhante ao mármore.
Marcas brancas no corpo e marcação tigrada devem ser evitadas.
O Bengal foi reconhecido apenas pela Tica-The International Cat Association dos EUA, em maio de 1992. As demais entidades ainda observam a raça, paran certificar-se de que o temperamento selvagem foi completamente abolido.
Sagrado da Birmânia
O Birmanês ou Sagrado da Birmânia foi reconhecido como raça no início do século 20.
Muito sensível e apegado ao dono, sofre de melancolia e depressão se o dono se ausentar por muito tempo. Já com relação a estranhos é reservado e não permite que o toque, chegando a rosnar e morder caso haja insistência.
Seu tamanho deve ser médio; corpo ligeiramente longo; pés redondos; estrutura forte, bochechas redondas; testa pouco arredondada; nariz médio sem stop; orelhas pequenas mas não tanto quanto as do Persa, inseridas bem separadas; olhos azuis, ligeiramente ovais. Pelagem com textura sedosa e semi-longa e com pouco subpêlo. As pontas (face, orelhas, cauda, pernas e genitais) de coloração mais escura
em contraste com a cor creme ou bege do corpo. O branco (simétrico) das 4 patas brancas deve ir até a articulação com as pernas.
As marcações nas extremidades só aparecem com 4 a 5 meses de idade.
São reconhecidas 17 cores subdivididas em 4 grupos - Point (Red, Seal, Blue, Chocolate, Lilac e Cream), Tortie Point (Seal), Tabby Point (Cream, Seal, Blue, Chocolate, Lilac e Red) e Tortie Tabby Point (Seal, Blue, Chocolate e Lilac). Essas cores devem ser lisas e contrastar bem com o corpo. São indesejáveis manchas brancas na barriga e nos genitais, partes escuras das patas e peito e luvas subindo muito por trás das patas.
Persa
Persa atual descende de gatos de Ankara, na Turquia e da Pérsia, atual Irã.
De temperamento calmo, corpo robusto, pelagem longa, focinho achatado e cauda curta. Pode ser facilmente reconhecido entre as demais raças.
É a raça preferida no mundo tudo e a mais geneticamente alterada pelo homem.
A primeira aparição do Persa foi em uma exposição na Inglaterra, em 1871. De lá pra cá, muita coisa mudou.
O excessivo e progressivo achatamento do focinho começou a ocasionar problemas de saúde e em 1993, preocupados com isso, as associações de criadores em todo mundo passaram a evitar a produção de Persas com a cara achatada demais.
Os graves problemas de saúde devido ao focinho excessivamente achatado eram:
- Prejuízo à respiração pelo estreitamento exagerado das narinas; Rinite alérgica;
- Irritação e infecção ocular por causa de ductos lacrimais estreitos ou sem orifício;
- Diminuição do tamanho do crânio e conseqüente subdesenvolvimento do cérebro, causando danos neurológicos, como problemas locomotores.
- Deslocamento dos maxilares, causando abertura permanente da boca.
Por essa razão, Persas com cara excessivamente achatada não são mais aceitos. Essa orientação é seguida também no Brasil.
Para saber se um Persa possui achatamento excessivo de rosto, verificar se a ponta do nariz fica mais alta que a extremidade inferior dos olhos.
A qualidade da raça no Brasil vem aumentando a cada ano.
Os olhos do Persa devem ser redondos, grandes e sem sinais de estrabismo.
Existe um grande número de cores e desenhos de pelagem para os Persas. No início, só haviam cores sólidas. Atualmente já são
reconhecidas mais de 100, criadas por mutações espontâneas e cruzamentos dentro da própria raça ou fora dela. Isso faz do Persa o gato com maior variedade de cores entre todas as raças.
Por ser um gato de pelos longos é muito importante que se faça escovação da pelagem, isso influi não só na beleza, mas também na saúde. A escovação impede que o felino engula pelos em excesso e deve ser feita com pente de aço e escova de cerdas naturais. Na época da muda, normalmente duas por ano, o ideal é escovar uma vez ao dia e nos demais meses, quatro vezes por semana.
Além da formação da "bola de pêlos" no estomago, a ingestão excessiva de pelos também provoca gastrite crônica e obstrução do intestino, úlcera perfurada e até câncer.
Além dos produtos à base de óleo mineral, dados pelo veterinário, ter em casa ervas comestíveis plantadas, facilita a eliminação dos pêlos através das fezes. Os gatos as procura espontaneamente.
Para embelezar o pelo pode-se dar banho. Os Persas que participam de exposições o tomam com freqüência. Há xampus importados especiais para determinadas cores de pêlo (branco, preto etc).
Os banhos também ajudam a combater sarnas, fungos e alergias, se dados com shampoos próprios, recomendados pelo veterinário. Depois do banho, é preciso verificar se o gato está bem seco, inclusive nas axilas, barriga e orelhas - pontos mais suscetíveis a fungos e dermatites.
As pelagens dos Persas de cor creme, azul e preta ficam queimadas se muito expostas ao sol. Para preservá-las, o ideal é que não tomem mais de uma hora de sol, restrito ao período da manhã.
Os Persas com a cara muito achatada são propensos à secreção lacrimal intensa, que mancha muito os pêlos ao redor dos olhos, especialmente os mais claros. Para remover as manchas, recomenda-se passar diariamente no local um pedaço de algodão embebido em água morna, filtrada, fervida e depois um produto importado próprio para isso.
Outro problema comum na raça são problemas de parto, devido ao tamanho da cabeça do filhote. Os filhotes costumam ter problemas para passar pelo canal do parto devido a cabeça muito larga. Sendo assim o parto deve ser acompanhado de um veterinário.
Ainda vou faser mais quando poder.
Informaçao retirada-www.becodosgatos.com
Gato Abiss
Apesar de ser uma das raças mais antigas de que se tem conhecimento, ainda há controvérsia sobre a sua origem.
Na aparência, os abissínios lembram os gatos do Antigo Egito.
Ainda hoje, possuem uma aparência selvagem, lembrando o felis lybica, o ancestral africano de todos os gatos domésticos.
O nome Abissínio não é devido à Etiópia ou Abissínia, como se pensa, mas porque o primeiro gato dessa raça exibido na Inglaterra, foi importado desse país.
A Inglaterra é considerada o berço da raça, a qual resultou do cruzamento entre exemplares trazidos inicialmente da Abissínia por soldados britânicos, com outros gatos ingleses vermelhos, prata e tigrados. O exército inglês deixou a Abissínia em maio de 1868, época em que esses gatos entraram pela primeira vez na Inglaterra.
O Abissínio foi reconhecido oficialmente em 1882 na Inglaterra.
No livro Inglês, de Gordon Staples, "Cats, Their Points, Etc.", publicado em 1874, há a primeira menção ao gato abissínio. Nele aparece "Zula", propriedade da esposa do Capitão Barret-Lennard. Esse gato foi trazido após a guerra.
Infelizmente, não existem registros por escrito dos gatos Abissínios anteriores a esses importados.
Estudos recentes realizados por geneticistas, mostram que a origem mais provável do Abssínio é a costa do Oceano Índico e partes do sudeste da Ásia.
Apesar do Abissínio como raça ter sido refinado na Inglaterra, a sua introdução aquele país e outros, foi o resultado de colonizadores e mercadores que paravam em Calcutá, o maior porto do Oceano Índico.
O primeiro Abissínio a ser importado da Inglaterra para a América do Norte, chegou por volta de 1900. Somente por volta de 1930 é que Abissínios de boa qualidade foram exportados para os Estados Unidos, formando a Associação de Criadores da Raça Abissínio.
De acordo com o livro "Kitten Buyer's Guide" de Carolyn Osier, os Abissinios são muito inteligentes, gostam de estar com o homem, curioso, leal, companheiro.
Diferente da maioria dos gatos, é apaixonado pela água, da qual se aproxima quando tem oportunidade e onde, às vezes, nada. O macho assume as tarefas com os filhotes quando a mãe se ausenta. Tem voz suave e é bastante silencioso.
A pelagem do Abissínio pode ter a coloração agouti, semelhante a cor da cotia, os olhos delineados por uma pele escura, circundados por pêlos mais claros e com uma risca superior quase vertical.
Existe ainda a cor ruddy, também chamada de lebre.
A cor silver ainda não é muito aceita pelas entidades americanas. Apesar de ser conferido o pedigree, não permitem inscrevê-la nas exposições. No Brasil, só o Clube Brasileiro do Gato, filiado á entidade européia Fife-Federação Internacional Felina, confere títulos a exemplares de cor sil
Características físicas: cabeça triangular com contornos arredondados, testa e crânio suavemente curvos; pescoço arqueado; focinho não ponte-agudo; orelhas grandes, levemente ponteagudos; olhos ouro, verdes, cobre ou avelãs, amendoados, grandes; corpo médio, musculoso, dorso levemente arqueado; pernas finas e longas; pés ovalados e compactos; rabo longo e afilado.
Pelagem: média, densa, de textura fina com 4 a 6 bandos de cores alternadas, escuras nas pontas dos pêlos e claras na raíz e subpêlo lanudo. Sem manchas brancas no corpo, exceto nas narinas, queixo e parte superior do pescoço. Marcas tigradas nas pernas e cauda podem indicar mestiçagem e são falta desqüalificante nas exposições.
Cores: ruddy (tons de abricot e preto); sorrel (mescla de vermelho e tom de abricot mais intenso); blue (tons creme com coloração cinza-claro e escuro) e beige-fawn ( tons de camurça rosado mesclado com coloração camurça mais forte) e silver (subdividida em 4 tonalidades, todas com a predominância de prata, reconhecida só na Europa). Obs: filhotes nascem laranja-escuros com manchas pretas ou quase preto. Cores começam a surgir na 6ª semana e podem finalizar só aos 6 meses ou mais.
Cuidados: escovações quinzenais com escova de cerdas macias, contra e à favor do pêlo. Limpar orelhas com cotonete e água boricada semanalmente até os 8 meses de vida e depois só quando sujas. Corte regular só das unhas da frente (as de trás gastam naturalmente).
Ninhadas: 3 a 4 filhotes, podendo ultrapassar.
Tempo de vida: média de 12 anos.
American Short Hair
Pêlo Curto Americano
O American Short Hair é uma raça conhecida por sua longevidade, robustez,, amabilidade com crianças e cães, boa aparência e disposição. Possui porte forte e atlético, é ágil e ativo, com um corpo de médio para grande, chegando a pesar até cerca de 6 kg, ligeiramente mais longo que alto. Sua conformação deve indicar poder e resistência.
Descendente de gatos domésticos que chegaram à América com os primeiros imigrantes, no Mayflower, esta raça se desenvolveu ajudando os lares, celeiros e armazens americanos a manter sob controle os ratos, devido à sua habilidade em caçá-los. Era chamado de Domestic Shorthair, que significa "Doméstico de Pêlo Curto" e a partir de 1966 foi adotado o nome de American Shorthair. Além de curta, a pelagem é espessa, o que lhe dá resistência ao frio.
Essa mudança de nome foi feita para distinguir essa raça nativa da América do Norte, do gato doméstico comum, habitante das ruas, diferenciando o American Short Hair de outros gatos de pêlo curto.
Por ser descendente de animais que caçavam gatos, portanto de trabalho, o temperamento do American Short Hair é ativo, gosta de espaço para se exercitar, correr, brincar e saltar.
Gosta da vida ao ar livre mas se adapta dentro de casa. Sendo um excelente companheiro.
É quieto mas ronrona alto.
É disciplinado e aprende a conviver bem com outros animais, inclusive pássaros.
Ficha
Características: deve assemelhar-se a um atleta com corpo forte, musculoso. A cabeça é ovalada. Pescoço forte, com espessura constante e ligeira curvatura; orelhas médias arredondadas nas pontas e inseridas afastadas; olhos grandes, largos, alertas, bem separados com ligeira inclinação para cima e, dependendo da coloração da pelagem, nas cores cobre, ouro, verde, azul, avelã e um olho com cor diferente do outro; focinho quadrado; pernas musculosas e patas firmes, cheias, redondas com almofadas pesadas e 4 dedos na frente e 5 atrás. Os ombros, peito e patas traseiras bem desenvolvidos. A cauda de tamanho médio, espessa na raiz, afilando abruptamente, deve ter o comprimento igual à distância dos ombros à base da mesma. Evite os exemplares com excessiva robustez ou alongamento, com cauda muito curta, pelagem longa e macia e olhos protuberantes, características indesejáveis segundo o padrão da raça.
Pelagem: curta e densa para proteger do frio e a pele de machucados superficiais e nunca fina, longa ou suave.
Cores: 61 reconhecidas pela CFA entre branco, preto, azul, vermelho, Silvers, Chinchillas, Cameos, Shadedes, Smokes, Tortoiseshells, Creams, Tabbies e bicolores, exceto os exemplares nas cores chocolate, sable, lavanda, lilás, cores de Siamês e com marcação tabby do Abissínio. O padrão da The Internacional Cat Association - TICA reconhece todas as cores.
Peso aproximado: fêmeas 4,5kg - machos 6,3kg.
Reprodução: amadurecem sexualmente rápido. Ninhada média de 4 filhotes, cujas cores são identificáveis ao nascer, exceto os smokes.
Tempo de vida: 15 a 20 anos.Balinês
De uma forma geral, se aceita que o gato Balinês é uma derivação do Siamês, uma mutação espontânea de pêlo longo.
Seu temperamento é como do Siamês: alegre, brincalhão, inteligente, alerta, curioso. Além do pêlo mais longo, outra diferença é seu timbre de voz mais suave e menos falante.
Sua pelagem é simples e não dupla, como na maioria dos gatos de pêlo longo. Por isso, seu pêlo fica mais liso e junto ao corpo.
As cores padrão são as mesmas do Siamês.
No Brasil é uma raça muito rara, possuindo apenas um criador.
Bengal
Raça recente e única a descender diretamente de um felino selvagem.
Foi desenvolvida por Jean Mill nos EUA, a partir de uma fêmea de Leopardo Asiático e de um gato doméstico.
O Leopardo Asiático possui o mesmo número de cromossomos que um gato doméstico, por isso alguns dos filhotes híbridos podem nascer férteis.
O Bengal mantém os reflexos rápidos de seu ancestral selvagem. Mas deve ser afetuoso com seu dono.
Apesar de descender de felinos selvagens, o Bengal ronrona e as vezes mia forte.
Sua cabeça deve ser grande, orelhas pequenas de pontas arredondadas. Olhos grandes e ovais, verdes ou amarelos.
Corpo longo, com ossatura pesada.
A extremidade da cauda deve ser preta; a barriga com marcas; as almofadas das patas em acordo com a cor do corpo e com a mesma cor das demais patas.
Pelagem: curta, cheia e macia como uma seda, com as pintas dispostas de forma horizontal, de preferência formando rosetas. Pode ter padronagem semelhante ao mármore.
Marcas brancas no corpo e marcação tigrada devem ser evitadas.
O Bengal foi reconhecido apenas pela Tica-The International Cat Association dos EUA, em maio de 1992. As demais entidades ainda observam a raça, paran certificar-se de que o temperamento selvagem foi completamente abolido.
Sagrado da Birmânia
O Birmanês ou Sagrado da Birmânia foi reconhecido como raça no início do século 20.
Muito sensível e apegado ao dono, sofre de melancolia e depressão se o dono se ausentar por muito tempo. Já com relação a estranhos é reservado e não permite que o toque, chegando a rosnar e morder caso haja insistência.
Seu tamanho deve ser médio; corpo ligeiramente longo; pés redondos; estrutura forte, bochechas redondas; testa pouco arredondada; nariz médio sem stop; orelhas pequenas mas não tanto quanto as do Persa, inseridas bem separadas; olhos azuis, ligeiramente ovais. Pelagem com textura sedosa e semi-longa e com pouco subpêlo. As pontas (face, orelhas, cauda, pernas e genitais) de coloração mais escura
em contraste com a cor creme ou bege do corpo. O branco (simétrico) das 4 patas brancas deve ir até a articulação com as pernas.
As marcações nas extremidades só aparecem com 4 a 5 meses de idade.
São reconhecidas 17 cores subdivididas em 4 grupos - Point (Red, Seal, Blue, Chocolate, Lilac e Cream), Tortie Point (Seal), Tabby Point (Cream, Seal, Blue, Chocolate, Lilac e Red) e Tortie Tabby Point (Seal, Blue, Chocolate e Lilac). Essas cores devem ser lisas e contrastar bem com o corpo. São indesejáveis manchas brancas na barriga e nos genitais, partes escuras das patas e peito e luvas subindo muito por trás das patas.
Persa
Persa atual descende de gatos de Ankara, na Turquia e da Pérsia, atual Irã.
De temperamento calmo, corpo robusto, pelagem longa, focinho achatado e cauda curta. Pode ser facilmente reconhecido entre as demais raças.
É a raça preferida no mundo tudo e a mais geneticamente alterada pelo homem.
A primeira aparição do Persa foi em uma exposição na Inglaterra, em 1871. De lá pra cá, muita coisa mudou.
O excessivo e progressivo achatamento do focinho começou a ocasionar problemas de saúde e em 1993, preocupados com isso, as associações de criadores em todo mundo passaram a evitar a produção de Persas com a cara achatada demais.
Os graves problemas de saúde devido ao focinho excessivamente achatado eram:
- Prejuízo à respiração pelo estreitamento exagerado das narinas; Rinite alérgica;
- Irritação e infecção ocular por causa de ductos lacrimais estreitos ou sem orifício;
- Diminuição do tamanho do crânio e conseqüente subdesenvolvimento do cérebro, causando danos neurológicos, como problemas locomotores.
- Deslocamento dos maxilares, causando abertura permanente da boca.
Por essa razão, Persas com cara excessivamente achatada não são mais aceitos. Essa orientação é seguida também no Brasil.
Para saber se um Persa possui achatamento excessivo de rosto, verificar se a ponta do nariz fica mais alta que a extremidade inferior dos olhos.
A qualidade da raça no Brasil vem aumentando a cada ano.
Os olhos do Persa devem ser redondos, grandes e sem sinais de estrabismo.
Existe um grande número de cores e desenhos de pelagem para os Persas. No início, só haviam cores sólidas. Atualmente já são
reconhecidas mais de 100, criadas por mutações espontâneas e cruzamentos dentro da própria raça ou fora dela. Isso faz do Persa o gato com maior variedade de cores entre todas as raças.
Por ser um gato de pelos longos é muito importante que se faça escovação da pelagem, isso influi não só na beleza, mas também na saúde. A escovação impede que o felino engula pelos em excesso e deve ser feita com pente de aço e escova de cerdas naturais. Na época da muda, normalmente duas por ano, o ideal é escovar uma vez ao dia e nos demais meses, quatro vezes por semana.
Além da formação da "bola de pêlos" no estomago, a ingestão excessiva de pelos também provoca gastrite crônica e obstrução do intestino, úlcera perfurada e até câncer.
Além dos produtos à base de óleo mineral, dados pelo veterinário, ter em casa ervas comestíveis plantadas, facilita a eliminação dos pêlos através das fezes. Os gatos as procura espontaneamente.
Para embelezar o pelo pode-se dar banho. Os Persas que participam de exposições o tomam com freqüência. Há xampus importados especiais para determinadas cores de pêlo (branco, preto etc).
Os banhos também ajudam a combater sarnas, fungos e alergias, se dados com shampoos próprios, recomendados pelo veterinário. Depois do banho, é preciso verificar se o gato está bem seco, inclusive nas axilas, barriga e orelhas - pontos mais suscetíveis a fungos e dermatites.
As pelagens dos Persas de cor creme, azul e preta ficam queimadas se muito expostas ao sol. Para preservá-las, o ideal é que não tomem mais de uma hora de sol, restrito ao período da manhã.
Os Persas com a cara muito achatada são propensos à secreção lacrimal intensa, que mancha muito os pêlos ao redor dos olhos, especialmente os mais claros. Para remover as manchas, recomenda-se passar diariamente no local um pedaço de algodão embebido em água morna, filtrada, fervida e depois um produto importado próprio para isso.
Outro problema comum na raça são problemas de parto, devido ao tamanho da cabeça do filhote. Os filhotes costumam ter problemas para passar pelo canal do parto devido a cabeça muito larga. Sendo assim o parto deve ser acompanhado de um veterinário.
Ainda vou faser mais quando poder.
Informaçao retirada-www.becodosgatos.com

